PALESTRA Dialogada

para instituições educacionais

PLANEJAMENTO Estratégico de AULAS com a TAXONOMIA de BLOOM

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Descubra como a Taxonomia de Bloom pode orientar escolhas mais intencionais, transformando o planejamento de aulas no ponto certo, para gerar resultados de aprendizagem alinhados às diretrizes curriculares e aos indicadores de desempenho. E tudo isso sem deixar de lado a paixão docente.

Nesta PALESTRA Dialogada, seu corpo docente terá a oportunidade de refletir sobre um exemplo próximo à sua realidade de ensino, utilizando a Taxonomia de Bloom, e considerar opções de transformação no planejamento de aulas, alinhadas às demandas da instituição e à sua experiência como educadores especialistas. Faremos juntos a trajetória da escolha de um objetivo final de aprendizagem e das aulas e atividades em uma escada de desafios crescentes, que conduzirá o estudante ao sucesso no objetivo proposto.

Como a Taxonomia de Bloom pode ajudar os seus educadores a VISUALIZAR uma TRANSFORMAÇÃO possível e necessária no planejamento didático?

A transformação intencional do planejamento de aulas começa com a definição clara de um objetivo final de aprendizagem. A Taxonomia de Bloom é uma ferramenta altamente eficaz para orientar essa reflexão, pois permite posicionar o objetivo em um nível específico dentro de uma escada de desafios cognitivos crescentes.

Visualizar a Taxonomia como uma escada de complexidade nos ajuda a mapear as habilidades previstas nas diretrizes curriculares em diferentes degraus desse percurso. Algumas habilidades estão em níveis mais básicos, como o da compreensão; outras exigem níveis mais altos, como a análise ou a criação.

Ao construir essa visualização, torna-se mais fácil identificar em que ponto do percurso as habilidades dos estudantes precisam ser fortalecidas, e como o planejamento pode ser ajustado para atender aos indicadores de desempenho, promovendo avanços reais na aprendizagem.

Mas como favorecer a ADESÃO DOS EDUCADORES à uma transformação efetiva do planejamento de aulas, se cada um tem suas preferências e abordagens de ensino?

A proposta desta PALESTRA Dialogada é justamente mostrar que as diretrizes curriculares e as demandas institucionais de aprendizagem podem, e devem, dialogar com a experiência, os valores e a perspectiva de cada educador. Para isso, é essencial que o docente explore a compreensão duradoura que deseja cultivar em seus estudantes, incluindo um “para quê” aprender.

Ao tornar essa visão mais explícita, o educador consegue definir com mais precisão o que é essencial ensinar e identificar com clareza o objetivo final de aprendizagem. Dentro dessa compreensão duradoura, há sempre espaço para identificar as habilidades e competências previstas nas diretrizes curriculares.

O segredo está em fazer escolhas intencionais, alinhando experiência docente, necessidades de aprendizagem e metas institucionais. Para obter resultados é preciso definir um foco.

A Taxonomia de Bloom contribui nesse processo, porque nos convida a refletir sobre a compreensão duradoura esperada e a posicioná-la com mais clareza dentro de uma escada de desafios.

Como saber se a transformação no planejamento de aulas está, de fato, GERANDO os RESULTADOS de aprendizagem esperados?

Quando definimos uma escada de desafios em direção a um objetivo claro, com base na Taxonomia de Bloom, já estamos estruturando o caminho para acompanhar a aprendizagem ao longo do processo. Cada nível da escada, representado por verbos de ação, orienta o planejamento de atividades que tornam a aprendizagem visível e mensurável, funcionando como avaliações formativas. Da mesma forma, o verbo de ação escolhido para o objetivo final de aprendizagem deve orientar a avaliação somativa, indicando se o estudante desenvolveu a habilidade desejada ao fim do percurso.

Como o tema da avaliação é muito amplo, o foco desta PALESTRA Dialogada será apontar caminhos para definir objetivos finais e intermediários com mais precisão. Essa clareza é essencial para monitorar o progresso dos estudantes e garantir que os resultados de aprendizagem estejam sendo, de fato, alcançados.

Entenda o papel da TAXONOMIA DE BLOOM e do PLANEJAMENTO REVERSO como ferramentas para  melhorar a INTENCIONALIDADE no planejamento do ensino, com maior impacto na vida e no trabalho dos estudantes.

Conte comigo para ajudar seus educadores a visualizar transformações necessárias no ensino com o apoio da TAXONOMIA de BLOOM, sem abrir mão da própria voz e experiência.

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ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO – Base Nacional Comum Curricular – BNCC

CURSOS TÉCNICOS E PROFISSIONALIZANTES

ENSINO SUPERIOR

O maior desafio da BNCC é se transformar em prática dentro da sala de aula.

O grande desafio da BNCC é, de fato, transformar o ensino que acontece em sala de aula. Essa transformação só se concretiza quando os professores conseguem enxergar, na BNCC, sua própria perspectiva como educadores. Caso contrário, corre-se o risco de cair na armadilha de um retorno ao conteudismo ou de trabalhar as habilidades apenas em seu nível  superficial.

Esta PALESTRA Dialogada mostra como os professores podem reconhecer sua própria voz nas habilidades da BNCC e planejar aulas com níveis mais elevados de desafio.

Com o apoio da Taxonomia de Bloom, proponho caminhos para evitar a armadilha do conteudismo e promover ganhos reais de aprendizagem.

O desafio de um ensino técnico com foco em pensamento crítico e criatividade

Em um mercado de trabalho em constante transformação, espera-se que os profissionais dominem mais do que a execução técnica: é essencial que saibam analisar, tomar decisões e criar soluções. Isso exige um ensino que promova altos níveis de desafio cognitivo. 

Esta PALESTRA Dialogada explica o uso da Taxonomia de Bloom como ferramenta para visualizar um ensino que vai além da técnica e forma estudantes capazes de acompanhar e responder às mudanças do mercado.

Por meio de um exemplo concreto, os professores conseguem diferenciar propostas de ensino com alto nível de desafio cognitivo daquelas baseadas na simples aplicação técnica.

O desafio da extensa carga de conteúdos no ensino superior

A amplitude dos conteúdos trabalhados no ensino superior representa um desafio. Mas como justificar um ensino centrado em conteúdo diante da evolução tecnológica? E como encontrar caminhos para uma transformação efetiva dentro da sala de aula?

Esta PALESTRA Dialogada explica a Taxonomia de Bloom como ferramenta de reflexão, que aponta um caminho para ensinar com foco no “saber fazer” algo significativo com o conteúdo, alcançando níveis mais altos de desafio cognitivo. 

Por meio de um exemplo concreto, os professores conseguem identificar formas de trabalhar uma ampla gama de conteúdos a partir de uma habilidade cognitiva complexa, favorecendo uma aprendizagem aprofundada e preparando os estudantes para a aprendizagem contínua.

PALESTRA Dialogada

Presencial ou Online

TAXONOMIA de BLOOM

Ensino Básico (BNCC), Ensino Superior e Cursos  Profissionalizantes

Apresente um caminho para que seus educadores consigam transformar o ensino de forma efetiva na sala de aula!

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>> Esta PALESTRA Dialogada é ideal para instituições que desejam apresentar a TAXONOMIA DE BLOOM aos seus educadores não apenas como uma lista de definições, mas como uma ferramenta prática para identificar o ponto ideal de transformação nos PLANOS DE AULA, e gerar melhores resultados de aprendizagem.

 

TRABALHAMOS 4  PERGUNTAS PARA GUIAR SEUS EDUCADORES NA REFLEXÃO SOBRE UMA TRANSFORMAÇÃO VIÁVEL DO ENSINO, COM O APOIO DA TAXONOMIA DE BLOOM

1) O QUE VOCÊ ACREDITA SER ESSENCIAL ENSINAR E APRENDER?

Essa pergunta convida o(a) educador(a) a refletir profundamente sobre a aprendizagem que realmente deseja promover em seus estudantes. Por influência do ensino tradicional, é comum pensarmos nos resultados de aprendizagem apenas como uma lista de tópicos ou práticas. No entanto, todo educador tem, lá no fundo, uma intuição clara sobre o que é verdadeiramente essencial aprender (mesmo que nem sempre esteja acostumado a pensar dessa forma).

Para ajudar a explicitar esse saber essencial, utilizaremos o conceito de “compreensão duradoura”, desenvolvido por Wiggins & McTighe no livro Planejamento para a Compreensão. A partir de um exemplo concreto da sua área de atuação, será possível visualizar com mais clareza o que significa essa aprendizagem essencial: aquela que permanece no tempo e orienta a aplicação significativa do conhecimento em contextos novos e desafiadores.

2) QUAIS DIRETRIZES  e INDICADORES JÁ FAZEM PARTE DA SUA VISÃO DO QUE É ESSENCIAL? 

O objetivo desta pergunta é levar os educadores a reconhecer que sua expectativa mais profunda e duradoura de aprendizagem para os estudantes já contém, muitas vezes, elementos presentes nas diretrizes curriculares e até nos indicadores de avaliação que apontam lacunas de aprendizagem.

Quando as diretrizes são mais atuais, geralmente incorporam no próprio texto aquilo que chamamos de “compreensões duradouras”, pois valorizam o desenvolvimento de habilidades e competências úteis e aplicáveis no longo prazo. Já diretrizes mais antigas, excessivamente centradas na listagem de conteúdos, podem ser reinterpretadas à luz da compreensão duradoura do(a) educador(a), ajustando a prática de ensino.

Essa reflexão será conduzida a partir de um exemplo concreto e de possíveis cenários, como: E se a minha compreensão duradoura não for uma prioridade no currículo? ou E se um indicador de desempenho destacar apenas uma parte pouco significativa da minha compreensão duradoura?

3) E AGORA? QUAL DEVE SER O OBJETIVO DE APRENDIZAGEM? E COMO TRAÇAR UM MAPA QUE ORIENTE O ESTUDANTE AO SUCESSO? 

Neste ponto da reflexão, já é possível definir um objetivo de aprendizagem final claro para o curso ou unidade de estudos. A Taxonomia de Bloom entra como ferramenta para organizar as prioridades discutidas anteriormente, tanto da instituição quanto do(a) educador(a), e estabelecer qual é o objetivo com o maior nível de desafio que os estudantes podem alcançar.

A partir desse objetivo claro, a Taxonomia de Bloom é utilizada como ferramenta para estruturar um mapa, ou processo de aprendizagem, com níveis de complexidade progressivos, em que cada etapa funciona como um degrau concreto rumo ao sucesso do estudante.

Tudo isso será feito a partir de um exemplo concreto, convidando os educadores a refletirem sobre a própria prática e realidade.

4) E COMO PLANEJAR AULAS, ATIVIDADES e AVALIAÇÕES ALINHADAS A ESTE MAPA DE APRENDIZAGEM?

Neste ponto iremos refletir sobre os benefícios de estruturar o processo de aprendizagem na forma de um “mapa” para o sucesso do estudante. Vamos observar, através de nosso exemplo, que o “mapa” já indica quais são as atividades avaliativas para cada degrau do percurso, promovendo aprendizagem ativa e possibilitando avaliações formativas. A partir disso, planejamos as aulas necessárias para desenvolver essas atividades, aplicando os princípios do “planejamento reverso” de Wiggins & McTighe.

A PALESTRA Dialogada, realizada presencialmente ou online, oferece duas horas de interação a partir de um exemplo concreto, combinando momentos de reflexão guiada e espaço aberto para perguntas e respostas. O objetivo é inspirar possibilidades e engajar os educadores na transformação necessária do ensino, gerando resultados concretos em sala de aula.

Ao final desta jornada, sua equipe terá:

>>  Clareza para aplicar a Taxonomia de Bloom no planejamento de uma sequência de aulas que conduz ao sucesso em um objetivo de aprendizagem relevante para professores e instituição.

>>  Capacidade de visualizar e estruturar o processo de aprendizagem como uma escada de desafios progressivos, utilizando a Taxonomia de Bloom.

>>  Consciência da importância de elevar o objetivo de aprendizagem a níveis mais desafiadores, para engajar os estudantes em uma aprendizagem profunda e significativa.

>> Maior segurança para implementar as transformações necessárias no ensino, preservando sua voz e perspectiva única como educador(a)

Porque trabalhar comigo?

Sou PhD em Educação pelo King’s College da Universidade de Londres e atuei por 20 anos na Graded – Escola Americana de São Paulo, implementando melhores práticas na formação de professores. Também trabalhei no desenvolvimento de currículos com a Taxonomia de Bloom para aprimorar o planejamento didático, focando no desenvolvimento de habilidades claras, visíveis e mensuráveis.

O melhor momento para trabalharmos juntos:

É QUANDO:

> A instituição precisa capacitar seus educadores para transformar o planejamento didático, alinhando-o com mais precisão ao diagnóstico das necessidades de aprendizagem e às demandas do mercado.

> A instituição está em um momento estratégico para transformar o planejamento didático em situações-chave, visando melhorar os resultados de aprendizagem.

> A instituição tem buscado explorar a Taxonomia de Bloom, mas ainda não encontrou uma formação docente que ofereça a clareza e os detalhes práticos necessários para avançar.

> Existe a consciência de que a Taxonomia de Bloom pode entregar melhores resultados no desenvolvimento de habilidades e competências.

MAS NÃO É QUANDO:

> O objetivo é oferecer uma palestra motivacional, como solução rápida.

> Há uma preocupação em entregar uma grande quantidade de conteúdo, sem a possibilidade de priorização na forma de habilidades focadas.

> A instituição está em “modo sobrevivência”, sem tempo para experimentar novas formas de ensinar ou planejar.

> A formação dos educadores está em fase inicial, focada em conceitos básicos de ensino e aprendizagem.

Se você acredita que esta PALESTAR Dialogada pode ajudar seus educadores a visualizar a transformação necessária do ensino para atender às demandas da sua instituição, agende já um bate-papo sem compromisso!

FAQ

ALGUMAS DÚVIDAS QUE PODEM APARECER:

Qual é o diferencial desta Palestra Dialogada?

O grande diferencial desta PALESTRA está em considerar a perspectiva de cada educador(a) como base para promover uma transformação real e eficaz no ensino, que se concretize em sala de aula.

Reconhecendo que a adesão dos educadores às demandas institucionais é essencial, esta PALESTRA apresenta uma abordagem clara e prática para estruturar planos de aula de forma visual, como uma escada de desafios progressivos rumo a um objetivo final bem definido, tendo a Taxonomia de Bloom como referência.

Sim, de certa forma. Ao explorar os diferentes níveis da Taxonomia de Bloom para definir atividades avaliativas, já estamos tratando de resultados visíveis de aprendizagem. O verbo de ação em cada nível orienta a construção da avaliação formativa correspondente.

Embora o tema da avaliação seja amplo e mereça um aprofundamento próprio, esta palestra oferece um ponto de partida sólido para essa reflexão.

A proposta desta Palestra é aplicar a Taxonomia de Bloom para transformar o ensino em áreas ou tópicos identificados como estratégicos, seja por conta de avaliações internas/externas, demandas de mercado ou alinhamento com a missão da instituição. 

Dessa forma, o planejamento é “ajustado” nestas áreas estratégicas. Como todo currículo e planejamento devem ser “vivos”, constantemente aprimorados, este passo serve como modelo para a evolução natural da instituição, em seu próprio tempo.

Sim. Esta Palestra aponta um caminho para ajudar os educadores a conciliar sua visão e perspectiva pessoal de ensino com demandas da instituição, incluindo as necessidades de aprendizagem apontadas por exames externos. A proposta é visualizar o processo de aprendizagem como uma escada, na qual diretrizes e necessidades são “encaixadas” em níveis progressivos de desafio, sempre na direção de um objetivo final claro e significativo, tendo a Taxonomia de Bloom como guia.

A Palestra Dialogada é voltada para educadores do Ensino Básico, Ensino Superior ou Cursos Profissionalizantes. Os conceitos da Taxonomia de Bloom são os mesmos para todos os níveis de ensino; o que muda é a forma como as habilidades são definidas e aplicadas:

a) Ensino Básico
No Ensino Básico, utilizamos a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para orientar a definição das habilidades e competências a serem desenvolvidas nos estudantes. A Taxonomia de Bloom ajuda na estruturação de objetivos de aprendizagem coerentes e progressivos.

b) Ensino Superior
No Ensino Superior, a definição das habilidades parte da ementa do curso e da priorização de conteúdos essenciais. A Taxonomia de Bloom auxilia na formulação de objetivos que promovam o pensamento crítico, a análise e a criação.

c) Cursos Profissionalizantes
Nos Cursos Profissionalizantes, começamos pela definição das habilidades técnicas descritas na documentação da instituição, tornando-as mais claras e impactantes, com o objetivo de agregar mais valor ao resultado de aprendizagem. A Taxonomia de Bloom é utilizada para estruturar o aprendizado de forma progressiva, direcionando os estudantes para um objetivo claro e garantindo o desenvolvimento eficaz das habilidades práticas.

Sim! Esta Palestra é sempre baseada em um exemplo concreto alinhado à àrea de ensino dos participantes. É possível adequar a Palestra a um exemplo oferecido pela própria instituição, ou utilizar exemplos pré-definidos para o Ensino Básico, Superior e Profissionalizante, em diversas áreas do conhecimento (a escolher)

A Palestra pode ser realizado de forma presencial ou online, combinando momentos de exposição do conteúdo com momentos de reflexão e perguntas/respostas. Este formato pretende deixar a palestra mais leve, promovendo momentos de interação.

No formato presencial, a apresentação é toda feita com projeção de um slideshow digital, intercalada com perguntas dirigidas ao grupo de docentes, para reflexão. Cada docente recebe um worksheet impresso para fazer anotações. Se necessário, os docentes podem ser organizados em grupos conforme sua área de atuação, facilitando alguma troca de ideias dentro da limitação de tempo (2 horas no total).

No formato online, a apresentação do slideshow é feita no Zoom, intercalada com perguntas dirigidas ao grupo de docentes, para reflexão. Cada docente recebe um worksheet digital como guia para fazer anotações. Se necessário, os docentes podem ser organizados em grupos no Zoom, conforme sua área de atuação, facilitando alguma troca de ideias dentro da limitação de tempo (2 horas no total).

A Palestra tem duração total de 2 horas, sendo estruturada em torno de 4 perguntas. Para cada uma destas perguntas haverá: (1) uma parte expositiva, (2) tempo para reflexão e (3) um tempo para discussão/dúvidas. 

Sim. Durante a palestra, os participantes receberão um worksheet para guiar suas reflexões e anotações. Nele estará impresso o exemplo visual de aplicação da Taxonomia de Bloom apresentado na palestra, servindo como referência prática para cada participante.

Quer SABER MAIS sobre a minha abordagem para a Taxonomia de Bloom? LEIA NO BLOG!!

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